quinta-feira, 15 de novembro de 2007

As tentações do jovem cristão no século 21


Dia desses, estava pensando nesse assunto e em como a igreja pode ajudar mais os jovens neste mundo secularizado e hedonista. Então concluí que as três principais tentações do jovem cristão no século 21 são as seguintes:

1. A pressão do grupo (pelo menos no início da juventude) continua sendo um elemento forte, no sentido de levar o jovem para os caminhos errados. Na ânsia por ser aceito – numa época de auto-afirmação e descoberta de si mesmo –, o jovem acaba comprometendo princípios e silenciando a consciência. Talvez em decorrência dessa pressão, mas nem sempre apenas relacionada a ela, acabam vindo as outras duas tentações.

2. Na área sexual. Os jovens estão casando bem mais tarde do que em tempos passados. E as liberdades que acabam tendo no tempo de namoro tornam a iniciação sexual mais precoce. Além disso, a Internet, as TVs pagas e a liberação sexual de nossos dias tornaram a tentação nessa área muito mais difícil de ser resistida. Tudo ficou mais fácil e a oferta de recursos para a satisfação sexual ilícita é abundantemente apresentada em todos os tipos de mídia. Se, no passado, o jovem precisava vencer a timidez e comprar uma revista pornográfica na banca de jornais, por exemplo, hoje ele pode ver imagens eróticas gratuitamente na tela do computador ou conversar sobre “baixarias” nas salas de bate-papo. A mente é alimentada com pensamentos impuros e excitantes. Depois vêm os programas de TV e o grupo dizendo que não há problema no sexo antes do casamento. Estimulação e facilidade são as palavras-chave desse problema. Talvez a única voz discordante seja a dos líderes da igreja. Mas aí a concorrência já se tornou injusta há muito tempo.

3. Na área intelectual. A mídia (novamente) e os meios acadêmicos saturam a mente dos jovens de ceticismo e secularismo, e nem sempre esses mesmos jovens encontram apoio da igreja no momento de confrontar as grandes questões da vida: De onde viemos? Para onde vamos? Posso realmente confiar na Bíblia, do ponto de vista histórico e científico? Deus existe mesmo? Na igreja, talvez, o jovem apenas ouça coisas do tipo: “O evolucionismo é uma bobagem. É apenas uma teoria. Não ligue para isso.” Mas o estudante chega à universidade e encontra doutores tremendamente preparados, que garantem ser o darwinismo uma teoria “confirmada”. O jovem percebe que a teoria não é tão “bobagem” assim, e começa o conflito que leva muitos ao ceticismo ou, na “melhor” das hipóteses, a uma fé raquítica e vacilante. E com essa fé vacilante, fica mais difícil resistir às tentações em quaisquer áreas (é uma armadilha circular). O jovem cai no pecado, sente-se um derrotado e vai levando uma vida medíocre, ainda que não saia totalmente da igreja.

Creio que a igreja deveria estar mais atenta a essas necessidades dos jovens. Organizar simpósios e encontros nos quais sejam abordados abertamente esses problemas. Promover maneiras de os jovens se expressarem, a fim de conhecer suas lutas e prover ajuda (quem sabe, por meio de pequenos grupos de jovens, com líderes experientes). Os pastores e os líderes deveriam se preparar melhor para “atacar” o secularismo e ajudar o jovem a enfrentar a universidade com uma boa bagagem criacionista. E na área sexual, orientar o jovem e não apenas ficar torcendo para que ele case logo, pensando: “Ufa, esse já não é mais problema.” (Aliás, é bom lembrar que os casais recém-casados também precisam de um bom acompanhamento pastoral.)

Os jovens são um tesouro da igreja. Devemos zelar por eles.

Michelson Borges é jornalista, editor da Lição da Escola Sabatina dos Jovens e autor do livro recém-lançado Nos Bastidores da Mídia (www.cpb.com.br)

Confissão de um ex-abortista


O responsável por 75 mil abortos explica as táticas faláciosas empregadas pelo movimento abortista para tornar aceitável sua causa nos EUA.

Sou [Dr. Bernard Nathanson] pessoalmente responsável por 75 mil abortos. Isso legitima minhas credenciais em me dirigir a você com alguma autoridade sobre o assunto. Fui um dos fundadores da National Association for the Repeal of the Abortion Laws (NARAL), nos EUA, em 1968. Uma pesquisa de opinião confiável mostraria que, à época, a maioria dos americanos seria contra o aborto. Em cinco anos, nós convencemos a Suprema Corte dos EUA a oficializar a decisão que legalizou o aborto por toda a América, em 1973, e permitiu o abortamento sob demanda até o nascimento. Como fizemos isso? É importante entender as táticas envolvidas porque essas mesmas táticas estão sendo utilizadas por todo o ocidente com uma ou outra mudança, de modo a alterar as leis sobre o aborto.

** CAPTURA DA MÍDIA

Persuadimos a mídia de que a causa da tolerância ao aborto era uma causa esclarecida e sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa de opinião confiável fosse feita seríamos sonoramente derrotados, simplesmente fabricamos os resultados de pesquisas fictícias. Anunciamos à mídia que fizemos pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis ao aborto. Essa é a tática da mentira auto-realizada. Criamos simpatia suficiente para vender nosso programa de aborto fabricando o número de abortos ilegais feitos anualmente nos EUA. Os números reais atingiam 100 mil, mas repassávamos à mídia 1 milhão. Repetir a mentira incessantemente convence o público. O número de mortes de mulheres devido a abortos ilegais era em torno de 200-250 anualmente. Passávamos à mídia o número de 10 mil. Essas falsas estimativas criaram raízes na consciência dos americanos convencendo muitos de que precisávamos derrubar a lei contrária ao aborto. Outro mito que alimentamos na opinião pública via mídia foi que a legalização do aborto significaria somente que os abortos outrora feitos ilegalmente, a partir de então seriam feitos legalmente. Na verdade, é óbvio, o aborto está sendo utilizado como o principal método de controle de natalidade nos EUA e o número anual de abortos aumentou em 1.500% desde a legalização. [Se quiser ler um artigo neste blog sobre técnicas de manipulação da opinião pública, clique aqui.]

** DAR A "CARTADA CATÓLICA"

Aviltamos sistematicamente a Igreja Católica e suas “idéias socialmente retrógradas” e apontamos a hierarquia da Igreja como os vilões que se opunham ao aborto. Esse tema foi tocado incessantemente. Alimentamos a mídia com mentiras do tipo “todos nós sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos” e “pesquisas de opinião provam que a maioria dos católicos querem reforma na lei contra o aborto”. E a mídia bombardeou isso sobre o povo americano, persuadindo-o de que todo aquele que se opusesse ao aborto devia estar sob influência da hierarquia da Igreja e que os católicos a favor do aborto eram esclarecidos e progressistas. Uma inferência a essa tática foi que não havia grupos não católicos se opondo ao aborto. O fato de que outras religiões cristãs bem como não cristãs foram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimido, junto de opiniões de ateístas pró-vida.

** SUPRESSÃO DAS EVIDÊNCIAS DE QUE A VIDA COMEÇA NA CONCEPÇÃO

Perguntam-me com freqüência o que me fez mudar de opinião. Como mudei de abortista proeminente a advogado pró-vida? Em 1973, tornei-me diretor de obstetrícia de um grande hospital na cidade de Nova Iorque e tinha que organizar uma unidade de pesquisa pré-natal, no início do surgimento de uma grande tecnologia que hoje utilizamos diariamente para estudar o feto no útero. Uma tática pró-aborto favorita é a insistência em que a definição do instante em que começa a vida é impossível; que a questão é teológica, moral ou filosófica, tudo menos científica. A fetologia traz uma evidência inegável de que a vida começa na concepção e requer toda a proteção e salvaguarda de que qualquer um de nós desfruta. Por que, você poderia pergutar, alguns médicos americanos cientes das descobertas da fetologia, desacreditam de si mesmos efetuando abortos? Aritmética simples: a US$300 por aborto, 1,55 milhão de abortos significa uma indústria gerando US$500.000.000 anualmente, dos quais a maioria vai para o bolso do médico que fez o aborto. É claro que o aborto é propositalmente a destruição do que é inegavelmente vida humana. Isso é um ato de violência mortal. Devemos considerar que a gravidez não planejada é um dilema penosamente difícil, mas enxergar sua solução em um ato de destruição deliberada é abusar da ilimitada ingenuidade humana e entregar a saúde pública à clássica resposta utilitária a problemas sociais.

Como cientista, eu sei, não por crença, que a vida humana começa na concepção. Embora eu não seja um religioso, creio de todo o meu coração que há uma divindade que nos guia a declarar o término final e irreversível desse crime contra a humanidade, infinitamente triste e vergonhoso.

(O Dr. Bernard Nathanson é autor de Aborting America e produtor do filme chocante e revelador The Silent Scream. No fim dos anos 1970, abandonou a prática e a militância pró-aborto, tendo se tornado ativista pró-vida.)

(Artigo originalmente publicado em www.aboutabortions.com/Confess.html e republicado em www.midiasemmascara.com.br)

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Papel do homem nas tarefas domésticas.


Recentemente no Globo Online (17/08/2007) foi publicada uma pesquisa que confirma o predomínio do machismo nas relações domésticas ainda hoje em nossa sociedade. Impressionante que tais dados também são significativos no meio evangélico.

Não é de hoje que o papel feminino no meio cristão, e especialmente evangélico, tem sido muitas vezes alvos de repressão e desqualificação. Nos meios mais ortodoxos interpretações forçadas do texto bíblico servem ainda para manter a mulher sob a égide e poder masculino, aumentando a carga sobre elas.

Os dados estatísticos do IBGE confirma o que as mulheres já sabiam: homem dá muito trabalho. A pesquisa mostra que a existência de um cônjuge masculino dentro de casa representa um aumento de cerca de duas horas semanais nos afazeres domésticos das mulheres. E revela que os homens com maior grau de escolaridade são os que mais ajudam nas tarefas domésticas. E que é no Nordeste brasileiro a região onde eles menos ajudam.

De certa forma o meio eclesiástico reflete o arranjo dos lares e da sociedade em geral. Em muitos casos, a mulher cristã acumula funções domésticas, cuidados com a prole, deveres profissionais, deveres na igreja e quando não ainda numa formação acadêmica.

“Muitos maridos não compreendem e não apreciam suficientemente os cuidados e perplexidades que suas esposas suportam, geralmente confinadas o dia todo à incessante rotina dos deveres domésticos. Freqüentemente eles retornam ao lar com a fisionomia carregada, não trazendo alegria ao círculo da família. Se a refeição não saiu na hora, a fadigada esposa, que é a um tempo, faxineira, enfermeira, cozinheira e ama, é saudada com censuras.”

A pesquisa, anteriormente citada, também confirma que o fato de trabalhar fora de casa não liberou as mulheres dos afazeres domésticos. No país, 109,2 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade declararam realizar tarefas domésticas. Destas 71,5 milhões (65,4%) são mulheres e 37,7 milhões (34,6%) são homens. O tempo despendido diferencia-se significativamente: eles 8,2 e elas, 14,3 horas semanais.

" Na faixa etária de 25 a 49 anos de idade, onde a inserção das mulheres no mercado de trabalho é maior e a presença de filhos pequenos maior, 94% das brasileiras realizam trabalhos domésticos"

As mulheres casadas têm maior jornada com afazeres domésticos e dedicam a este trabalho o triplo do tempo gasto pelos homens, ou seja, 31,1 horas semanais contra 10,9 horas deles. Entre as não-casadas, o tempo médio é de 22 horas semanais.

Se aumentou a necessidade da mulher contribuir profissionalmente com recursos financeiros para a manutenção de sua família, por outro lado não vemos aumentar a participação masculina nos afazeres domésticos em igual percentual. Se bem que o número de homens que ajudam nos deveres domésticos têm aumentado. Por incrível que pareça parte deste problema se dá pela própria atuação da mulher impedindo a ajuda dos homens da casa (filhos e esposo), mantendo a exclusividade e prioridade dos deveres com a ala feminina.

A desigual distribuição dos trabalhos domésticos começa a se delinear já na infância. Na população entre 10 e 17 anos, a diferença já aparece: enquanto 82,6% das meninas nessa faixa etária ajudam nas tarefas da casa, somente 47,4% dos meninos se dedicam a esse trabalho caseiro:
- Há uma construção cultural de que cabe às meninas essas atividades. Mesmo com carga maior, elas têm rendimento escolar melhor, fazem mais tarefas domésticas e, mesmo quando estão no mercado de trabalho, a carga de serviço é maior que a dos meninos (oito horas semanais para os meninos ocupados e 14,1 horas para meninas ocupadas - diz Cristiane Soares, técnica da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.

Como religiosos como podemos mudar esses números em nosso meio? Será que os homens e pais poderiam atuar de maneira diferente em suas casas? É dito aos maridos e pais:

“A vida da mãe nas humildes ocupações domésticas é de constante sacrifício, tornando-se mais dura se o marido deixa de apreciar as dificuldades da posição da esposa e não lhe dá o seu apoio.” (Signs of the Times, 6 de dezembro de 1877.)

“O pai não deve omitir-se de sua parte na obra de educar os filhos. Ele deve participar das responsabilidades. Há obrigações para ambos, pai e mãe.”

Creio que num tempo de reavaliações nos papéis sócio-sexuais, os homens cristãos devam assumir seu papel de ajudador nos deveres domésticos, aliviando o fardo da parte feminina.

A importância dos exercícios abdominais para a manutenção saúde da coluna


Durante a realização de atividades diárias, (caminhada, corridas, carregamento de pesos), a coluna vertebral está constantemente submetida a forças compressivas de tensão, de torção e de cisalhamento (ADAMS et al., 1994). Estas forças são distribuídas ao longo da coluna vertebral através de um eficiente sistema biomecânico, constituído por vértebras, ligamentos, músculos e discos (WATKINS, 1999). Entre estas estruturas da coluna vertebral, os discos intervertebrais realizam um papel fundamental na absorção e distribuição destas forças. Os discos funcionam como um sistema visco-elástico que quando submetidos a forças de compressão deformam-se radialmente e o fluído contido no núcleo pulposo e ânulo fibroso são expelidos (ADAMS e HUTTON, 1983). A combinação destes mecanismos faz com que os discos intervertebrais percam a altura e causem uma redução no comprimento da coluna (REILLY, et al.1984).Quando as cargas compressivas são removidas ou reduzidas, os discos intervertebrais reabsorvem fluido e gradativamente retornam à sua altura inicial (KAPANDJI, 2000) e permitem que os sujeitos recuperem o comprimento da coluna vertebral e do corpo (estatura). As variações no comprimento da coluna vertebral, decorrentes de diferentes tipos de forças ou cargas podem ser quantificados através de medidas de pequenas variações na estatura - estadiometria (EKLUND e CORLETT 1984, VAN DIEËN et al. 1994). Vários estudos têm descrito que as deformações dos discos intervertebrais são proporcionais à magnitude das forças impostas sobre a coluna vertebral (TYRRELL et al. 1985 LEATT et al. 1986 ALTHOFF et al. 1992 Rodacki et al. 2000).Os músculos também realizam um papel relevante na absorção de forças e estabilização da coluna vertebral durante as atividades do cotidiano. Por exemplo, quando os músculos flexores e extensores do tronco são fortalecidos há um aumento na pressão intra-abdominal, a qual estabiliza e reduz o estresse aplicado a coluna (WATKINS, 1999). Desta forma um equilíbrio de força entre os músculos flexores e extensores do tronco auxilia na manutenção da boa postura e na redução das sobrecargas nos discos intervertebrais e nas estruturas mais sensíveis da coluna vertebral. A força destes músculos tem sido descrita como um importante fator na prevenção de problemas de dores nas costas. Os músculos flexores do tronco fracos têm sido associados com a incidência de lombalgias, por exemplo se os abdominais são fracos, além da redução da pressão intra-abdominal, há pouco controle sobre a pelve desencadeando uma postura hiperlordótica, a qual sobrecarrega indevidamente as articulações apofisárias posteriores e o disco intervertebral (WATKINS, 1999). Borenstein et al (1995) descreve a importância do fortalecimento dos músculos flexores do tronco para a manutenção de uma boa postura e na prevenção de lesões na coluna vertebral. A forma mais adequada de fortalecer os músculos abdominais é através do exercício abdominal. Os exercícios abdominais são executados em uma posição deitada (similar à posição utilizada para a descompressão da coluna vertebral, onde as forças compressivas são reduzidas), Porém deve -se observar os exercícios abdominais realizados com os coluna totalmente retificada a qual produz uma redução na curvatura da lordose, forçando a pelve posteriormente. O resultado da redução da lordose causa um aumento na pressão do disco intervertebral, ocasionando desta forma uma maior sobrecarga na coluna vertebral durante a prática destes exercícios (HAMILL e KNUTZEN, 1999). De fato vários estudos sugerem que os abdominais devem ser avaliados de acordo com sua efetividade, segurança (Plowman, 1992 HAMILL e KNUTZEN, 1999 ).Clinicas de reabilitação apresentam diferentes enfoques para o tratamento de dores na coluna, porém o método desenvolvido por Joseph Pilates vem sendo utilizado com um meio alternativo para devolver a funcionalidade às pessoas que sofrem de problemas de coluna (Comerford&Mottram,2001), e que não necessitem intervenções clinicas. No método Pilates existe uma variedade de exercícios que auxiliam o fortalecimento dos músculos abdominais. Desta forma essa e uma das razões pela qual muitas pessoas começam a utilizar o Pilates tanto para o tratamento quanto para a profilaxia de dores nas costas, aumentando a já grande legião de aficionados pelo método.

domingo, 11 de novembro de 2007

O QUE É MELHOR: AMOR OU PAIXÃO?



OITO CARACTERÍSTICAS DE QUEM VIVE NA PAIXÃO


1. Os sentimentos são subjetivos. Ex.:
A menina fica atraída porque um rapaz canta bem, é bonito, toca um instrumento, etc ...

2. Sentimento de Auto Tortura.
Ele gosta disso. Fica a vida chorando. Anda pelos cantos.

3. Superestima as pessoas.
Ele não encontra nenhum defeito nela

4. Subestimação da realidade.

5. Exclusivismo.

6. Dependência psicológica da pessoa “amada”. Ela não toma nenhuma decisão sem ele

7. Comportamento sentimental. Anda nas nuvens

8. Predomina a fantasia


I CORINTIOS 13: AS VERDADEIRAS MANIFESTAÇÕES DO AMOR.


“O amor é paciente” não se apressa a construir aquilo que está tentando edificar

“O amor é bondoso”, é terno, preocupa-se com o estado emotivo da outra pessoa

“O amor não é ciumento”, deposita fé e confiança na pessoa que ele ama. O ciúme é desconfiança de si mesmo.

“O amor não é orgulhoso”, não é arrogante. Sabe quando baixar a cabeça e reconhecer que estava errado.

O amor não age impropriamente.

O amor não procura seu próprio interesse.

O amor não provoca facilmente a ira

O amor não anota as faltas cometidas. Não espera uma ocasião para “jogar na cara” da pessoa.

O amor não debocha, não zomba das fraquezas da pessoa amada.

O amor tudo suporta, tudo agüenta

O amor tudo crê

O amor tudo espera, tolera.


DIFERENÇA ENTRE AMOR E PAIXÃO :


1. O amor cresce e amadurece, mas essas características requerem tempo. A paixão aparece e desaparece de forma repentina (ver J. Kemp. “Eu amo você” pág. 73)

2. Inversamente ao antigo ditado, “o amor é cego”, o amor, na verdade, não o é. Mesmo descobrindo fraquezas, continua amando. É a paixão que é cega.

3. O amor não tem por que se desculpar, porque geralmente, não fere. Porém, a paixão faz as pessoas sofrerem. Muitas vezes, é por ignorância que erramos. O amor maduro, quando passa a conhecer o que é certo, não erra mais.

4. O amor confia, entende, aceita repreensão, porém a paixão não escuta conselhos, nem procura, nem aceita.

5. O amor compartilha a pessoa amada. O amor não é exclusivista. O amor não proíbe que ele(a) converse com alguém ou mesmo participe de algum programa social (recreação). Exclusivismo e exclusividade são coisas diferentes. Só quem tem complexo é que pratica o exclusivismo. A paixão é egoísta. Fecha o círculo de amizade da pessoa “amada”. A paixão aprisiona.

6. O amor é paciente. Não causa briga e discussões por coisas banais, porém a paixão desconfia. A paixão é impaciente, ciumenta, fechada e egoísta, possessiva e ruim. Não permite o desenvolvimento da pessoa “amada”. Depois que casa, deixa a pessoa “amada” em casa, trancada.

7. O amor verdadeiro centraliza-se em uma pessoa. A paixão sente amor por mais de uma. Alguns dizem: “Não sou homem para uma só mulher”

8. O amor faz a pessoa ser laboriosa para o benefício mútuo. Faz a pessoa se dedicar com mais afinco aos estudos, ao trabalho. A paixão faz a pessoa perder a ambição, faz a pessoa substituir a realidade por sonhos.

9. O amor se interessa na totalidade da vida da pessoa amada. O amor se interessa em conhecer os antecedentes. A paixão tem interesse particular.

10. No amor a atração física é relativamente menor em relação à totalidade do relacionamento. Porém, na paixão, o contato físico toma a maior parte do relacionamento. Os encontros da paixão são especificamente para passar a maior parte do tempo se agarrando.

11. O amor é constante, duradouro. A paixão varia em intensidade, dependendo da distância, do número de encontros. A paixão oscila. No amor, nem a distância separa. Ou seja, não afeta o companheirismo. Existe sim, uma necessidade de afeto. Se não houve tempo para solidificar bases, logo haverá esfriamento.

12. O amor está disposto a aprender através da experiência. A pessoa que sabe amar aumenta a capacidade de julgar melhor o próximo relacionamento.

13. O amor é resistente e consistente. Tem a capacidade de sair ileso ante os golpes duros da vida. A paixão é frágil. Com pequenos incidentes é destruída.

14. O amor cresce na base de uma avaliação cuidadosa. Analise as qualidades e características da pessoa com quem pretende casar. A paixão confunde-se com o Amor.

15. O amor sempre perdoa, porém, a paixão não sabe perdoar.


O autor Walter Trabish em seu livro, Casei-me Com Você, agrupa 10 provas do verdadeiro amor.


1. O teste da Divisão - O seu relacionamento incentiva você a dividir os momentos de sua vida? Conta problemas pessoais sem o medo de ser traído?

2. O teste da Força - O seu relacionamento dá força para se continuar o preparo para o futuro?

3. O teste do Respeito Mútuo - Existe, entre os dois, o respeito corporal? Respeitam-se em relação aos pensamentos individuais? Devemos respeitar a privacidade

4. O teste do Hábito - Existe a aceitação mútua dos hábitos e fraquezas. Não se tenta mudar os hábitos e defeitos da outra pessoa. Ame-a pelo que ela é.

5. O teste da Briga - Desenvolveu a habilidade de resolver seus problemas sem discussões acaloradas?

6. O teste do Tempo - Vocês se conhecem o suficiente para estarem cientes da pessoa com quem passarão o resto da vida?

7. O teste da Separação - A distância mantém você fiel?

8. O teste da Dadivosidade - Você dá de si mesmo sem esperar algo em retorno?

9. O teste do Crescimento - Está seu relacionamento dinamicamente crescendo? Existe progresso em termos de maturidade?

10. O teste da Intimidade - Existe prazer mútuo sem a constante necessidade de se expressarem fisicamente?

Adaptado: Pr. Erton Köhler

Coma mais Amêndoas


Esta fruta e outras oleaginosas deliciosas e funcionais são consideradas uma rica fonte de proteína vegetal. Por exemplo: 20 gramas de castanhascontêm em média 3 gramas de proteína, o que equivale a duas colheres de sopa de feijão ou 15 gramas de frango. As vantagens não param por aí.
Armas secretas: proteína, gorduras monoinsaturadas, vitamina E, folato (nos amendoins),> bras, magnésio, fósforo e selênio (na castanha-do-pará).
Lutam contra: obesidade, doenças cardíacas, perda de massa muscular e câncer.
Aliados: sementes de abóbora, sementes de girassol e abacate.
Vilões: versões salgadas e torradas têm mais sódio, que aumenta a pressão sangüínea.

BARRA DE CEREAIS CASEIRA

O QUE VOCÊ PRECISA:
200 g de aveia em flocos
100 g de damascos secos
50 g de sementes de linhaça
50 g de amêndoas
2 colheres de sopa de mel
2 colheres de chá de canela
1 colher de sopa de azeite extra virgem

COMO FAZER:
Em uma panela esquente o azeite em fogo baixo e adicione a aveia até ficar dourada. Misture os outros ingredientes e coloque o mel. Quando o mel derreter, mexa tudo muito bem para que ele dê liga. Com a ajuda de uma espátula, vá formando dez barrinhas e tire-as do fogo. Guarde as barras quentes em sacos herméticos com fecho e deixe esfriar.

Muito sugestivo mesmo, experimente!!!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

João-de-barro dá lição de solidariedade no RS


João-de-barro tentou salvar um chupim na tarde de quarta-feira (31), em Porto Alegre. O pássaro ficou preso num poste de energia elétrica e batia as asas para se livrar. Sensibilizado com o sofrimento do chupim, o joão-de-barro, que está instalado no mesmo poste, começou a alimentá-lo como se fosse um de seus filhotes. Moradores da região chamaram ajuda para liberar o pássaro, mas o chupim morreu, apesar de toda a solidariedade do joão-de-barro.

Que liçõs poderemos tirar para nossa vida nesse exemplo tão sublime dessa ave?
Já pensou sobre isto? Reflita e SINTA O MEIGO ABRAÇO DE JESUS!!!!